Quinta-feira
13 de Dezembro de 2018 - 
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Panturrilha julgado por outro homicídio é absolvido

Jurados do 1º tribunal do júri de Belém, presidido pelo juiz Edmar da Silva Pereira, votaram na manhã de hoje, 10, pela absolvição de Adriano Andrade dos Santos Neto, 32 anos, conhecido por Panturrilha, por co-autoria na morte de Jhony Saraiva Virgulino, 22 anos, estudante. A decisão por maioria dos votos acolheu o entendimento do promotor de justiça do júri, José Rui da Almeida Barbosa, de insuficiência de provas para condenar o réu, e a tese do defensor público Alessandro Oliveira de insuficiencia de provas e negativa de co-autoria. Também respondia pelo mesmo crime Eduardo Lopes Monteiro, 27 anos, que foi também absolvido por falta de provas ou negativa de co-autoria do homicídio qualificado por motivo fútil. Consta no laudo de necropsia que a vítima foi assassinada por volta das 21h, do dia 23/01/2010, na passagem Lauro Sodré, bairro da Terra Firme, Belém, atingida por 19 disparos de arma de fogo. Em depoimento prestado por uma testemunha foi informado que a vítima conversava com um grupo de amigos na frente de sua casa, quando três inpíduos chegaram armados, com pistola Ponto 40 (exclusiva das forças de segurança). O grupo conseguiu fugir e se proteger antes dos disparos e só a vítima permaneceu no local, ocasião em que foi executada. TESTEMUNHA A testemunha identificou os atiradores como Panturrilha, Dudu e Oz, terceiro acusado, chamado Marcelo Corrêa Magno, Oz, nunca identificado pela polícia. A motivação do crime, conforme testemunhas, seria a de que Jhony teria negado carona no seu veículo a Marcelo, de São Brás para a Terra Firme, tendo passado a receber ameaças de Marcelo, apontado como integrante da gang Rex, e parceiros de Adriano e Eduardo. A outra motivação seria a de que a vítima trabalhava para o Grupo de Milicianos e por isso não quis dar carona para Marcelo Oz. A Rex era uma gangue em que os integrantes praticavam assaltos e roubos e eram inimigos de milicianos. Adriano Andrade, já condenado por crimes de roubo, tráfico de drogas e homicídio, um dos quais referente ao assassinato do cabo PM Antônio Figueiredo, conhecido como Cabo Pet, suspeito de pertencer a grupo de milicianos denominado Irmãos de Farda, encontra-se custodiado em presidio federal, localizado em Porto Velho/RO por suspeitas de ameaças à promotoria de justiça. Após ser interrogado, Panturrilha apelou ao juiz pelo seu retorno a Belém, para ficar próximo de seus familiares, mãe e 4 filhos. Adriano denuncia suposta perseguição de policiais e que deixou pra trás a vida de crime. No júri de quarta-feira, 9, Adriano Panturrilha foi condenado a 15 anos de reclusão pela morte de João dos Santos Pinheiro, filho de comerciante, apontado como integrante de grupo de milícia conhecida por Jack, hoje extinta, pelo assassinato de seus integrantes.
Fonte:
TJ Para
10/05/2018 (00:00)

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